quinta-feira, 25 de maio de 2006

Entre impossíveis


Hoje olhei para o horizonte do mar da praia, aquela linha que nos põe sempre a pensar nos impossíveis da vida!
Não importa qual era a praia... Podia ser a minha, ou outra... O horizonte é igual em todas as praias porque nunca se chega lá... em praia nenhuma!
Vi hoje um barco ao longe, de dois mastros. Não tinha velas, mas navegava, e era pequeno; pelo menos para mim que o via de longe, da margem! E ele passeava e eu via-o a quebrar, ao longe, a linha do horizonte, como uma pausa... Pausa de impossíveis de alcançar!
Desejei estar naquele barco... Não! Porque se estivesse lá o horizonte seria ainda mais longínquo e talvez sem barcos que lhe atravessassem o impossível!
Desejei ser o barco, isso sim! Eu própria a pausa, a quebra... Eu com os impossíveis aos meus lados mas a alcançar tudo!
Que barco de sonhos! Quem me dera ser aquele barco e navegar...

3 comentários:

João Barbosa disse...

Já dormiste num barco? É melhor do que dormir na praia. Não sei a que propósito vem, mas achei que devia perguntar/dizer.

João Barbosa disse...

meti no meu blog uma seta a indicar o caminho para a tua praia. espero que venham banhistas e se sintam felizes por aqui e te façam feliz também

Tânia Pereira disse...

Gostei...